O presidente Nacional da Nova Central, José Calixto Ramos (Sr. Calixto), oficializou em ato solene de filiação à instituição, na ultima terça-feira (11/11), dos seguintes sindicatos: Servidores do Ministério Público do Estado de São Paulo; dos Funcionários Públicos e Privados do Serviço de Saúde de Ribeirão Preto; Servidores do Departamento da Polícia Federal no Estado de Roraima, Rondônia, Acre e SP; dos Servidores Públicos do Ministério das Relações Exteriores e da Fazenda.
Ao desejar boas vindas aos novos filiados, falou que este processo de filiação de várias entidades do setor público é motivo de orgulho, emocionante e gratificante. “Hoje acolhemos representações da área de segurança pública, de saúde e de outras esferas do poder executivo, com o mesmo entusiasmo do seguimento privado. Aqui todos têm a mesma importância, independente do tamanho e do número de filiados. O que nos une é a solidariedade de classe”, afirmou.
Lembrou que o Movimento Sindical está constantemente na “mira dos detratores”. Que enfraquecê-lo tem sido uma constante da classe dominante. “Infelizmente, até mesmo setores da classe operária chegam ao absurdo de dizer que é preciso construir um sindicalismo forte e independente livre do atrelamento herdado do modelo getulista”.
Disse que as tentativas dos neoliberais de esvaziar os sindicatos e de enfraquecer o papel do movimento sindical no país se acelerou a partir do governo Collor e que continua presente, mesmo nos governos do PT. E que isto é uma prova “cabal” de que a luta ainda não terminou.
João Domingos, Secretário Nacional de Finanças da Nova Central e presidente da CSPB, fez um breve histórico da construção da central, que foi “forjada na unidade, coragem e ousadia”, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores (as) do Brasil.
“No dia 29 de junho de 2005 nascemos e fomos a primeira Central com sede em Brasília e composta por 5 Confederações, 82 federações, 1078 sindicatos e cerca de 10 milhões de trabalhadores em todo país. Na fundação, demos uma grandiosa demonstração de unidade, organização e solidariedade. Abrimos o caminho para um novo amanhecer com a criação de uma instituição verdadeiramente independente, classista e autônoma”, relatou.
Disse que a defesa intransigente da Unicidade Sindical, da Contribuição Compulsória, do Sistema Confederativo de representação sindical, e total respeito ao artigo 8º da Constituição Federal, por um Brasil com emprego, desenvolvimento econômico e juros baixos, são os “pilares de sustentação” que norteiam as ações da Nova Central em defesa dos interesses da classe trabalhadora brasileira.
Fonte: ncst.org.br