Em 2106, o custo da cesta básica em Curitiba apresentou alta de 4,61% — um pouco abaixo da inflação oficial de Curitiba de 4,79%, medida pelo IBGE. Com isso, o valor dos 13 alimentos que compõem a ração alimentar do paranaense fechou  em dezembro em R$ 409, 86. O segundo menor reajuste registrado entre as 27 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para o período. Recife ficou com o menor aumento do preço médio da alimentação básica no ano passado, com majoração de 4,23%. 


A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) ficou em 6,18% no ano de 2016, segundo informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira (2).


Em Curitiba, o feijão foi o item que apresentou a maior variação de preço no ano, com alta de 76,30%. Em seguida, está a manteiga (30,19%), o açúcar (24,10%), a banana (22,76%), o café (17,35%), o leite (14,36%), o arroz (12,20%), a farinha de trigo (8,71%), o óleo (6,10%) e o pão (4,39%).


Por outro lado, três itens tiveram queda nos preços: a batata (-32,20%), o tomate (-28,98%), e a carne (-0,66%).


Em 2016, o custo da cesta básica aumentou nas 27 capitais brasileiras, segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores altas ocorreram em Rio Branco (23,63%), Maceió (20,69%) e Belém (16,70%).


Entre novembro e dezembro, o valor da cesta diminuiu em 25 cidades. As quedas mais expressivas foram registradas em Aracaju (-5,11%), Campo Grande (-4,16%) e São Luís (-4,13%). As altas foram anotadas em Manaus (0,22%) e Rio Branco (0,97%). O maior custo do conjunto de bens alimentícios básicos foi apurado em Porto Alegre (R$ 459,02).




Fonte: Bem Paraná, 5 de janeiro de 2017fetraconspar.org.br